08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Incredulidade

Demerval Assis da Silva
| Tempo de leitura: 1 min

A menos que sejamos otimistas em exagero, que também já não seria mais seguramente um otimista, dentro dos parâmetros do normal, sobra-nos a classificação de homens de pouca fé.


Classificação esta dada por Jesus a um de seus apóstolos, onde ele aparece andando sobre as águas, e pede a Pedro, que este vá ao seu encontro sob as águas exatamente como Ele o faz, mas diante do vacilo de sua fé em Jesus, Pedro começa a afundar nas águas, onde lhe estende a mão Jesus, tratando o de “homem de pouca fé”. Saindo desse exemplo, forte demais, para comparações com a nossa política e seus donos os políticos, como acreditar nestes?


Como sermos otimistas a ponto de acreditar em alguma das siglas partidárias e seus componentes? Seguramente se trataria de ingenuidade. Usarei aqui então o tapar o sol com a peneira ou do que se torna cego por não querer ver. Mas, no entanto, para poder reforçar muito bem o meu contradizer, temos que ter fé.


Mas o já dito diz que a fé sem obra é morta. Então, mãos à obra porque se quisermos ver esse País mudar, não poderemos apenas com fé, esperar que as coisas se façam tendo os braços cruzados.


Mãos à obra!