10 de julho de 2026
Esportes

Futuro das seleções brasileiras masculinas passa por Bauru


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Rafael Peloso/A.A.FIB
O técnico Jordi Ribera orienta os jogadores durante os treinamentos, nessa terça-feira (16), no Ginásio Duduzão

As próximas conquistas da Seleção Brasileira de Handebol Masculino podem ser frutos de uma semente plantada em Bauru. O Ginásio Duduzão, no campus das Faculdades Integradas de Bauru (FIB), recebe até o dia 26 de março, 38 atletas, de nove estados, que defenderão o Brasil nas categorias Júnior e Juvenil dos campeonatos Pan-Americano e Mundial em 2017.

“Temos muitos bons jogadores, com 20, 21 anos, despontando no Brasil inteiro e estamos trabalhando para que eles se formem o mais rápido possível para chegarem à Seleção Principal”, disse o espanhol Jordi Ribeira, técnico da equipe adulta e coordenador das seleções masculinas de handebol, que levou o Brasil à medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Toronto.

Essa é a primeira atividade das Seleções Masculinas Júnior e Juvenil de handebol masculino nesse ano e a estrutura do Ginásio Duduzão impressionou os convocados. “Nunca estive em Bauru antes. A quadra é muito boa e a estrutura também”, afirmou Pedro Pacheco, central de 17 anos, jogador do Pinheiros.

A realização da pré-temporada dos jovens talentos do handebol brasileiro em Bauru foi viabilizada graças à uma parceria entre a Associação Atlética FIB, as Faculdades Integradas de Bauru (FIB), a Secretaria de Esporte e Lazer (Semel) e a Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) de Bauru. A escolha do município teve aval de Jordi Ribeira.

“O primeiro contato que tive com o Jordi foi através do Facebook. Ele pesquisou sobre o projeto das escolinhas de handebol desenvolvido em Bauru e apoiou a vinda das seleções”, contou Maria Amélia Theodoro, treinadora da equipe AABB/SEMEL/FIB Bauru Handebol e coordenadora do Projeto “Gol de Mão”.

Os alunos do projeto bauruense irão assistir aos trabalhos comandados pelo treinador espanhol e o legado ficará para a região. “Quando fiz o convite, não pensei apenas em Bauru, pensei em todos os municípios vizinhos, que também batalham pela evolução do handebol”, completou Maria Amélia Theodoro.