O desabafo do economista Reinaldo Cafeo (JC de 07/04) mostra com extrema crueldade o que está ocorrendo em nosso país com o desemprego de milhões de brasileiros e brasileiras. Certamente o cidadão comum não está sozinho no fato do desemprego, como também no fato de ter acreditado nas mentiras do atual governo, como também na apologia do ex-presidente Lula, de que o Brasil não era mais o eterno país do futuro.
A sensação horrível de ser demitido justamente nesta época de recessão em todo o país somente será menor quando todos nós votarmos em pessoas responsáveis, honestas, e com princípios de trabalho público e não somente pensando no seu bem-estar.
Entender o que acontece atualmente no Brasil não é tarefa das mais fáceis, mas devemos votar com mais cautela e informar a todos amigos e conhecidos o que pensamos a respeito dos atuais candidatos a vereador e a prefeito, que estão trocando de partidos tão e somente pensando nos benefícios pessoais, desrespeitando quem votou neles nas eleições anteriores e, pior, sem qualquer motivo ideológico, econômico, político que pudesse ser mais relevante, do que o simples motivo de estar se candidatando para trabalhar pelos interesses do povo bauruense.
Não vote em quem mudou de partido nos últimos tempos, pois com certeza o fez somente pelo interesse particular e não pelo interesse público, chega dos oportunistas e dos políticos de carreira, que pouco fazem pelo interesse da comunidade que votou nele.
Não temos mais o direito de errar, sob pena de piorarmos o que está ruim, vote em candidatos que respeitem os nossos interesses bauruenses e assim estaremos mostrando para futuros candidatos de que estamos mais atentos e cobrando as suas atitudes quando eleitos.
Os tempos difíceis começaram quando o governo federal não respeitou as regras básicas da economia, mentindo para todos e escondendo as falcatruas da corrupção em todo o país, matando todas as possibilidades de um futuro melhor para todos os brasileiros e brasileiras, que certamente serão os que pagarão a conta. Não podemos mais errar, não temos mais este direito.