09 de julho de 2026
Regional

Pederneiras aguarda resultado de cinco exames de H1N1


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A Secretaria de Saúde de Pederneiras aguarda os resultados de exames de cinco casos suspeitos de H1N1 em análise no Instituto Adolf Lutz, que deve chegar entre 10 a 15 dias.

Dos cinco casos, há um óbito de uma senhora de 50 anos que deu entrada na Santa Casa de Pederneiras com estágio avançado de gripe. Ela foi atendida e tratada como paciente de H1N1, e sua transferência para a UTI foi solicitada, o que não veio a ocorrer, porque o quadro evoluiu rapidamente e ela veio a óbito. No entanto, há necessidade do resultado laboratorial para ter a confirmação ou não se é um caso de H1N1, segundo a Secretaria de Saúde.

Nos outros dois casos suspeitos, dois foram medicados, tiveram melhora em seus quadros clínicos, foram liberados pela Santa Casa e estão sob acompanhamento da Vigilância Epidemiológica Municipal. Outros dois casos surgiram no final de semana e também são suspeitos de H1N1. Nas quatro situações, os pacientes passam bem, estão sendo acompanhados e aguardam os resultados dos exames.

“Não há casos de morte em Pederneiras devido ao H1N1. Pedimos que a população tome os devidos cuidados, principalmente quem tiver um quadro de gripe, mesmo que leve, procure uma das nossas unidades de saúde”, explica a secretária municipal de Saúde, Adriana Leandrin da Silva.

No final de semana, correram boatos que um morador de Pederneiras havia falecido por H1N1 em hospital particular, em Bauru. “Essa, e outras informações passadas sem respaldo técnico e averiguação, causou pânico em muitos moradores da cidade, que compartilharam conteúdos pelas redes sociais e espalharam o pânico pela cidade”, informou a secretária de Saúde.

Segundo a Secretaria, um senhor conhecido pelo apelido de Nenê é morador de Jaú. Lá naquela cidade, teve seu quadro agravado e foi transferido para hospital de Bauru, onde veio a óbito. “As informações deste paciente serão tratadas e analisadas pelas secretarias municipais de saúde  de Jaú (onde o senhor José Luiz residia) e Bauru (onde ele veio a falecer)”, esclareceu.