“O sistema de governo mais perfeito é aquele que oferece a maior quantidade de felicidades possível à população. A maior quantidade de segurança social e a maior qualidade de estabilidade”. Estes ensinamentos eram proferidos por Simon Bolivar, quando ele deixava o governo dos países que ele libertava do jugo espanhol, tais quais: Bolívia. Equador e a Venezuela.
A cada um deles, sempre, após libertado, era indicado presidente, e após organizar o regime do país liberto, entregava o comando a um cidadão nato, deixando o ensinamento que o governo tinha por obrigação de proporcionar felicidade ao povo. Nunca pregou que o presidente deveria se eternizar no poder, felicidade que o ex e o atual presidente da Venezuela não estão dando à nação venezuelana, terra natal de Simon.
O que dá felicidade é: desenvolvimento, emprego e liberdade aos cidadãos, e, o pior, maculam a personalidade de Simon Bolivar, classificando-o de “socialista de Esquerda”. Pelo que se sabe, Simon Bolivar nunca foi na Rússia e sim na França, Inglaterra e Estados Unidos, onde pedia ajuda para libertá-los dos espanhóis. Simon propugnava um governo de liberdade, igualdade e fraternidade. Quando Simon faleceu, não se falava em socialismo de esquerda (Marx nem aparecia na filosofia).
Dos ensinamentos de Simon Bolivar, conclue-se que povo feliz é aquele que tem governos que praticam a honestidade, que proporcionam emprego à população, fortalecendo a dignidade e o animo pessoal do indivíduo, sem subtrair do cidadão o estímulo à iniciativa, sem tolher-lhes a liberdade.
No Brasil, o partido do governo, com o aval do ex-presidente, a “internacional comunista” fez realizar o Foro São Paulo, tendo como meta a divulgação no Continente Sul-Americano do Socialismo de Esquerda. Essa doutrina, admirada por alguns no Brasil, que nos anos 1960/1970 tentaram introduzir no país, foi iniciada por Lenin, um russo que, inspirado na filosofia de Karl Marx, pregava uma nova doutrina de governo, onde se deveria destacar o avanço da educação e a valorização do trabalhador.
Lenin, após a revolução ocorrida na Rússia, implantou o comunismo, criando o partido, fazendo surgir os burocratas, membros do partido. Com a sua morte, Stalin aproveitou para se declarar novo mandatário, expandindo, a força, o novo regime nos diversos paises próximos, criando a URSS, para impor o comunismo.
Depois de Stalin surgiram novos governantes eleitos pelos secretários do partido, até chegar a Gorbachev, que, vendo o fracasso do regime, destitui a URSS, mudou o regime político russo, desestatizou a economia e seus mandatários passaram a ser eleitos. Para Gorbachev acabar com a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas provou-se que o regime não trazia felicidade ao povo russo {tinha muitos burocratas que viviam às expensa do governo. No Brasil, hoje, são os comissionados indicados por muitos políticos, com aval dos executivos}.
O Brasil, para melhorar, tem que mudar muito. Porque não copiar as doutrinas praticadas no Japão, Inglaterra, Canadá e Alemanha? O comunismo não aprovou nos países que o adotou. Em Cuba, onde a ditadura comunista deu educação de qualidade ao povo, de resto nada deu certo. hostilizavam o capitalismo americano, chamado por eles de imperialista, no entanto, o povo volta a sorrir com a aproximação dos capitalistas. Se comunismo fosse bom, a China não teria melhorado economicamente após abrir espaço aos capitalistas.
Acredito que o Brasil começará a mudar quando: mudar a educação com escola pública de qualidade; acabar com o foro especial para os políticos e as vantagens polpudas por eles recebidas. As elites sociais e os banqueiros diminuirem a sanha do lucro (para isso tem que haver vontade política); que os municípios tenham maior participação em todos os impostos cobrados, sejam federal ou estadual, gerados no município, evitando que o governo central e estadual façam cortesia na distribuição de verbas para seus aliados; que o Congresso obrigue que, na contabilidade de receitas da nação, todas os impostos, tributos e taxas recebidas dos cidadãos brasileiros, para formação do orçamento, sejam de conhecimento de todos. Exemplo: que todas as verbas pagas em favor da Previdência fiquem com o INSS, pois, ao que parece, verbas referentes a esse item são desviados para pagamentos de juros da dívida pública, causando déficit naquele setor e que coloque em prática uma reforma política séria e que os políticos não façam da política uma profissão.