Bauru sedia essa sexta-feira (22) a domingo (24) a primeira etapa do Campeonato Brasileiro Master de hóquei sobre patins tradicional, com jogos no Ginásio Raduan Trabulsi, no bairro Santa Luzia, envolvendo Bauru Tênis Clube (BTC), Portuguesa, Sertãozinho e Teresópolis-RJ. A competição terá etapas nas cidades sedes de cada equipe participante e o campeão nacional será o time que conquistar mais pontos no final da temporada.
Bauru recebe a etapa de abertura do Brasileiro, após a boa repercussão da Taça Jocelyn Fernandes Lopes, organizada pelos betecistas em dezembro do ano passado. “Fizemos um torneio aqui em dezembro e como agradou bastante, revolveu-se realizar a primeira etapa do Brasileiro em Bauru”, explica Evaristo Kirita, da equipe master de hóquei tradicional do BTC.
O sistema de disputa da etapa do Brasileiro prevê jogos nos três dias, com todos os times se enfrentando em turno único. O vencedor será a equipe que somar maior número de pontos, dentro do sistema de pontos corridos. Logo após o final das partidas, no domingo, será realizada a premiação.
Escolinha
A equipe master de hóquei tradicional do BTC inicia projeto de escolinha de hóquei no ginásio do Santa Luzia. De acordo com Kirita, o intuito é montar uma escola com aulas regulares, horário fixo e professor para iniciação de crianças bauruenses na modalidade. “A ideia é ajudar a fazer ressurgir as equipes de base, onde Bauru sempre foi forte”, comenta.
O projeto da escolinha faz parte do trabalho de retomada do hóquei sobre patins tradicional na cidade. “Quando pleiteamos o espaço do ginásio com a Prefeitura, uma quadra com ótima qualidade, fizemos a proposta com a ideia principal de montar uma escolinha. Se pegar só aquela região, são mais de 30 mil pessoas, somando os bairros. Um público muito grande”, avalia Kirita.
A escolinha já começou a funcionar, mas o projeto enfrenta dificuldades com o material e acessórios exigidos pelo hóquei. “O material do hóquei é caro. Nós doamos material e estamos fazendo entre nós mesmo. Mas seria importante conseguir algum patrocínio para fornecer o equipamento. Não vamos cobrar nada das crianças, mas elas não têm condição de comprar patins e material”, explica Kirita.