11 de julho de 2026
Geral

Posse de novo pastor marca os 54 anos da Igreja Batista do Estoril

Cinthia Milanez
| Tempo de leitura: 2 min

 Alex Mita
O pastor Gilson Souto Maior Júnior (à esquerda) será substituído por Hugo Evandro Silveira

Com 54 anos de existência, a Igreja Batista do Estoril, em Bauru, terá seu oitavo pastor. Inclusive, o aniversário da instituição e a posse do novo líder ocorrerão neste final de semana. Gilson Souto Maior Júnior passará o cargo para Hugo Evandro Silveira, porque embarcará para uma obra missionária junto à família no sul da França.

Essa transição será marcada por cultos de gratidão, que contarão com a presença do pastor Jeferson Cristianini, da Primeira Igreja Batista de Bauru. Hoje, a celebração está marcada para começar às 20h e no domingo, às 19h, na sede da instituição, que fica na rua Virgílio Malta, 21-59, no Jardim Estoril. O local sempre abrigou a igreja, desde a sua fundação, no dia 21 de abril de 1962.

O pastor Gilson, que escreve semanalmente na página de Opinião do JC, explica que a Igreja Batista do Estoril teve origem após uma série de conferências da Primeira Igreja Batista de Bauru, em novembro de 1961, nas dependências do antigo Instituto Batista, que hoje é o Colégio Batista Brasileiro. Criada a congregação, as dependências da unidade de ensino a abrigaram por certo tempo. Em 10 de abril de 1962, a Primeira Igreja Batista de Bauru doou um terreno à instituição que surgia.

Os pastores
No dia 21 de abril do mesmo ano, o local começou a funcionar e teve como seu primeiro pastor o missionário Paulo Stouffer, seguido de Ronald Rutther, Miguel de Souza Ferreira, Diógeno Ferreira Chagas, Manoel Gonçalves de Oliveira, Jamil Nassar, Gilson Souto Maior Júnior e, depois deste final de semana, Hugo Evandro Silveira. Ele é formado em administração de empresas e em teologia, com especialização nesta área pelo Mackenzie.

O pastor Hugo acompanhou Gilson por 12 anos e defende que dará continuidade ao seu ministério “com integridade, responsabilidade e ênfase no conteúdo bíblico”. Para ele, a transição será em paz e, se houver mudanças, elas serão feitas de forma natural.

Já o pastor Gilson acredita que conseguiu fazer um bom trabalho nos últimos 18 anos, mas reforça que ninguém é insubstituível. “Os homens passam, mas a obra de Deus permanece”, conclui.