Homem público como competente ator da TV Globo, o José de Abreu, sem que eu duvide das suas explicações de que fora ofendido assim como seus familiares também, em restaurante de São Paulo, demonstra não ter compostura também quando, em resposta, dá uma cuspida num dos clientes presentes no estabelecimento.
Mas o show de horrores deste ator continuou como convidado do vitorioso programa do Faustão, que por quase estranhos 30 minutos se deu a defender a Dilma, criticando duramente o provável impeachment da presidente. Talvez como petista (o que não é pecado) esse José de Abreu somente esteja lendo jornal do sindicato da CUT, desprezando acompanhar os acontecimentos nos grandes jornais do País, ou de assistir nos canais da própria Rede Globo, os intensos e elucidativos debates sobre a legalidade do impeachment, que a cúpula petista e a Dilma insistem em afirmar que é golpe.
O José de Abreu, que como ator consegue decorar longos textos, seria oportuno que tivesse, e urgente, como livro de cabeceira a nossa Constituição. E certamente como homem público que é, ao conhecer melhor a nossa Carta Magna, que detalha muito bem os direitos e deveres dos cidadãos, poderia contribuir muito com a nossa sociedade. E fica aqui uma sugestão para o apresentador Fausto Silva, que sempre criticou as bandalheiras deste País: com o seu veio democrático deveria convidar para o próximo programa alguma autoridade para contrapor as baboseiras ditas pelo citado ator...