Depois das várias demonstrações, por parte da sociedade, nos vários protestos a favor do impeachment, parece que a classe política nacional decidiu atender aos anseios das muitas pessoas que encontram-se exauridas pela atual crise econômica nesse país. Não tarde parece que o desastroso e imoral governo da petista Dilma Rousseff abeira-se da derrocada. O desastre desse governo foi, por assim dizer, obra de sua própria incompetência, da sua incapacidade de gerir a máquina pública. Isso é fruto do abuso, por parte da governante, em distribuir cargos e ministérios a quem quer que seja, sem o mínimo de capacidade técnica para tal expediente. Fez de seu governo um nefasto balcão de negócios!
A essa altura do debate, está mais que claro que a presidente cometeu sim crime de responsabilidade. Cometeu crime quando maquiou toda a situação econômica em prol de um único objetivo: reeleger-se! E o desastre deu certo. Mas alguns dias após a vitória eleitoral o povo já estava consciente de que dias negros estavam próximos, e que as núvens eram desemprego, inflação, aumento da energia elétrica e combustível e - apesar de ser tão negado pelo PT - o corte nos programas sociais. Milhares de estudantes ficaram sem o Fies, outros tantos não obtiveram financiamento para a casa própria. O clima de recessão é evidente. A tese de que o PT é o grande defensor dos programas sociais não cola mais, na verdade, nunca colou.
O PT, através de Lula e Dilma, foram os grandes capitaneadores da corrupção como hóspede principal no Palácio do Planalto. O uso da máquina estatal a favor de suas teses ideológicas é o que gerou tamanha crise moral e econômica. A corrupção tornou-se estratégia de governo, cujo principal aliado era a maledicência e vontade de perpetuar-se nos palácios. Já dizia o ilustre senador Ronaldo Caiado: “Não se coloca sutura em tecido roto!”. A necrose se disseminou e a amputação do membro é a melhor conduta a ser tomada. Nesse momento, ver o PT longe do Planalto é no máximo paliativo.
Precisamos da prisão e cassação dos demais envolvidos nos crimes praticados. A Lava-Jato não pode parar. E que apure-se, também, os escândalos do BNDES, onde bilhões de dólares - dinheiro do contribuinte brasileiro - foram investidos nas republiquetas bolivarianas, aliadas desse governo mesquinho e tecnicamente incapaz.