10 de julho de 2026
Regional

Vice-presidente de Associação de Barra Bonita se reúne com Temer


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Divulgação
Edison Ustulim, da Associação de Barra Bonita, com Michel Temer

O presidente da Associação dos Plantadores de Cana-de-Açúcar de Barra Bonita e vice-presidente nacional da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de São Paulo (Faesp), Edison Ustulim, participou nessa quarta-feira (8) no Palácio do Alvorada, em Brasília, de uma reunião com o presidente em exercício Michel Temer (PMDB). No encontro foi proposto programas efetivos para geração de empregos na indústria e agroindústria da região. Logo em seguida teve um almoço no Palácio do Jaburu.

Ustulim foi junto com mais de 250 empresários de vários setores do Estado reunidos por articulação do presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, que também é do PMDB e aliado de Temer. Entres as propostas que os empresários levaram ao presidente em exercício estão a liberação das concessões para desenvolvimento de logística e infraestrutura; contenção e queda da cobrança de juros, para que haja investimento; queda na cobrança de impostos para a exportação; racionalização de despesas, sem aumento de impostos ou criação de outros, aumento de linhas de créditos para todos os setores produtivos e incentivo a investimentos, exportações, incentivo à contratação de mãos de obras.

Ustulim explicou que o encontro foi para se solidarizar com o governo para que ele consiga colocar o País no caminho certo. “Não a aumento de impostos, porque o setor produtivo está asfixiado. A proposta nossa é de cortar tudo o que é possível que não afete as metas do governo. Primeiro é racionalizar custos e administrar de forma empresarial o governo. Somos contra a criação aleatória de qualquer tipo de imposto que possa onerar o setor produtivo”, declarou.

No encontro, também foi solicitado que se faça  no momento certo, não de forma emergencial, todas as reformas necessárias: tributária, trabalhista, política e previdenciária. “Esse encontro deu respaldo a ações políticas que o governo vai tomar. Não  é apoio explícito político, mas apoio de solidariedade de que as medidas devem ser tomadas para que possa colocar o País no caminho certo e facilitar o crescimento e desenvolvimento a investimentos dos setores empresariais nacional e internacional”.