Acho que todos nós, seja em que tempo for, temos que estar ciente, tanto da ascensão como da queda.
E levando-se em consideração o espaço de tempo que vivemos, esses altos e baixos não serão sentidos por muitas vezes, ou seja, a grande maioria de nós não verá o ciclo, além de umas poucas vezes, e o risco de acabarmos em baixa é grande. Tento aqui pensar em nós como pessoas e como brasileiros que somos, e a queda sentida por todos, devido à má gestão a que temos sido submetidos pelos nossos governantes (sem exceção de partido a que pertençam).
Todo isso, é claro, com doses altas de culpa de todos nós, seja pela nossa pouca idade como país, onde se conta a falta de “cultura geral”, esclarecimentos necessários para assumirmos nossa parte e não apenas deixarmos ser levados, cabendo-nos, assim, o custo que se apresenta aí, agora.
Enquanto isso, “lá em Bauru”, ontem me senti entristecido ao transitar pelo nosso Calçadão e ver a quantidade de imóveis comerciais com as portas fechadas, e a placa de aluga, além do visível falta de clientes nas lojas, sendo nosso comércio talvez um termômetro do resto das atividades comerciais no país.
Tomara que eu esteja errado, já que fatores como o final e início de mês também devem ter influenciado para essa minha visão, mais realista que pessimista.
Rezemos agora, então, para que esse ciclo danado gire rápido, dando-nos a chance e o prazer de uma nova e real ascensão.