O otimismo voltou aos mercados nesta sexta-feira (8), com os investidores repercutindo os dados fortes de criação de empregos nos Estados Unidos em junho. As Bolsas globais e as commodities sobem, mas o dólar tem comportamento misto frente às principais moedas.
No cenário doméstico, sem ação do Banco Central no mercado de câmbio, o dólar volta a a operar abaixo dos R$ 3,30. O Ibovespa ganha quase 2%, e os juros futuros e o CDS (credit default swap) brasileiro, indicador de percepção de risco, recuam.
Bolsa
O principal índice da Bolsa paulista subia 1,96%, aos 53.035 pontos. As ações da Petrobras ganhavam 2,19%, a R$ 9,77 (PN), e 3%, a R$ 12,21 (ON). Os papéis da Vale avançavam 1,56%, a R$ 12,98 (PNA), e 2,37%, a R$ 16,40 (ON).
No setor financeiro, Itaú Unibanco PN tinha alta de 2,25%; Bradesco PN, +1,93%; Banco do Brasil ON, +2,26%; Santander unit, +2,57%; e BM&FBovespa ON, +2,49%*.
Na Bolsa de Nova York, o índice S&P 500 ganhava 1,24%; o Dow Jones, +1,08%; e o Nasdaq, +1,33%, reagindo à forte criação de empregos em junho.
Na Europa, as preocupações com o Brexit (saída do Reino Unido da União Europeia) foram deixadas de lado, e as Bolsas europeias operam alta, impulsionadas pelas ações de mineradoras e montadoras. A Bolsa de Londres avançava 0,83%; Paris, +1,51%; Frankfurt, +1,91%; Madri, +1,92%; e Milão, +3,38%.
Na Ásia, as Bolsas chinesas caíram, em meio a preocupações com a recuperação da economia doméstica.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 0,55%, enquanto o índice de Xangai perdeu 0,91%.
No Japão, o índice Nikkei da Bolsa de Tóquio recuou 1,11%, com o fortalecimento do iene prejudicando as exportações.