11 de julho de 2026
Política

Rodrigo minimiza ajuda de depósitos judiciais

Vinicius Lousada
| Tempo de leitura: 1 min

O prefeito Rodrigo Agostinho refutou a ideia de que as contas de 2016 do Palácio das Cerejeiras terminarão equilibradas graças à recuperação de R$ 10 milhões de depósitos judiciais que foram injetados aos cofres municipais.

“Nossa ideia é não usar tudo. Usar no máximo R$ 5 milhões e deixar um pouco de dinheiro para o meu sucessor. É claro que qualquer valor ajuda, mas estou falando em um orçamento de quase R$ 400 milhões até junho. Não é essa quantia que fará diferença”, argumenta.

O chefe do Executivo destaca, por outro lado, que as receitas provenientes do IPTU e do ITBI, majoradas em 8,5% e 8,8% no primeiro semestre de 2016, ajudaram as finanças da prefeitura, bem como a variação de 24,4% observada na arrecadação referente à dívida ativa. “Isso é resultado de muito esforço da equipe que trabalha nesse setor”.

O incremento, contudo, só foi viável graças aos parcelamentos do Refis, lançado pela administração em 2015, e à negativação de parte dos devedores do município.

Ainda assim, os três fatores elencados por Rodrigo Agostinho contribuíram pelo crescimento de R$ 8,8 milhões nas receitas do governo, na comparação com o período de janeiro a junho do ano passado; montante semelhante aos recursos cuja importância foi minimizada pelo prefeito.