08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Um bom e novo prefeito

Celso Chermont ? chermont@ymail.com
| Tempo de leitura: 2 min

A cada 4 anos vamos às urnas para escolhermos os mandatários do Poder Executivo da nossa querida e grande Bauru, um ato de extrema relevância e responsabilidade de nossa parte, pois o futuro de onde vivemos com nossa família e amigos estará nas mãos de quem vencer. Mas o que é ser um bom prefeito? É aquele que pensa na próxima eleição ou aquele que pensa na próxima geração? É o que está a serviço do município ou o que está se servindo da máquina para seus interesses?


É aquele que conhece as necessidades da comunidade como um todo e tenta resolver seus problemas ou aquele que resolve o problema dos amigos e dos ‘amigos dos amigos’, distribuindo cargos ao seu bel prazer? São perguntas importantes para a reflexão dos eleitores e conseqüentemente para a tomada de decisão nas urnas, em outubro próximo.


Com a crise política atual, mais do que a elaboração de políticas públicas para saúde, educação, habitação, segurança, cultura, entre outros fatores pertinentes ao bem-estar e qualidade de vida da nossa cidade, temos que ter uma figura que nos represente de verdade, que tenha fidelidade ao seu povo, cumprindo um programa de governo que contemple a ampla maioria da população, principalmente aos mais necessitados.


É preciso um gestor que tenha capacidade administrativa, que conheça a cidade inteira, que trabalhe em equipe e com planejamento e que tenha mais algumas qualidades: Equilíbrio (para enfrentar crises), Postura (para dialogar e tomar decisões no tempo oportuno), Paciência (para ouvir a população), Coragem (para dizer NÃO sempre que necessário) e Honestidade (para se ter transparência e lisura). Como nós, eleitores, não escolhemos nem interferimos na escolha dos candidatos, devemos ampliar nossa reflexão e escolher, dentre os candidatos colocados à disposição pelos partidos e suas respectivas coligações, o que melhor pode empreender e encabeçar a administração municipal.


Contudo, o prefeito não governa sozinho e por isso depende de uma Câmara que fortaleça a discussão de projetos. Não estou falando de maneira alguma de uma espécie de “trem bala” que já existiu em um passado não muito distante, mas no fortalecimento dos debates e discussões entre o executivo e o legislativo. Que possamos viver dias melhores por aqui.