Planos de Saúde coletivos têm estabelecido há muito tempo aumentos anuais sempre superiores aos controlados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fundamentados em acordos entre as empresar de seguro e as entidades coletiva, intermediadas por corretores ou empresas de corretagem. Tais “acordos”, porém, não admitem nenhuma interferência ou participação dos segurados, a quem os aumentos estratosféricos, em face da inflação vigente, são impostos sem discussão ou explicação. É lamentável notar a total ausência governamental neste caso e também o significante desinteresse da mídia em geral por este processo, que atinge principalmente os idosos, que frequentemente são obrigados a abandonar os planos de saúde, depois de longos anos de contribuição, que propiciaram a essas entidades abundantes lucros.
Até quando esse absurdo persistirá?
A Apas – Associação Policial de Assistência à Saúde – eleva a mensalidade do Plano de Saúde muito acima da inflação, pois seus associados, Policiais Militares ativos e inativos, não tendo reajuste salarial há mais de 3 (três) anos, todavia, com esta perda e diminuição nos seus vencimentos, e sem um subsidio para compensar, não estão suportando mais, portanto se faz necessário a participação, intervenção e manifestação de um representante do Ministério Público Federal para fiscalizar a desproporção e ausência de equilíbrio salarial.