Ô, Zé! Você já viu aquela peça "Política e os políticos, nas eleições?"
- Não!
No começo, até parece engraçada, uma comédia. Depois, vai ficando trágica pela velha forma de se fazer política, o vale-tudo eleitoral misturando alho com bugalhos!
Primeiro ato: os atores principais e os coadjuvantes incorporam o papel do Pinóquio sem a preocupação de verem seu nariz crescer. Dizem que vão fazer sem esclarecer de onde virão os recursos, diante de um orçamento deficitário e uma crise nacional!
Segundo ato: vão transformar nossa cidade em uma nova Califórnia brasileira! São tantos projetos que não sei se teremos espaço para tanto!
Terceiro ato: tudo está errado e nada funciona (somente agora viram e acordaram!), a coisa tá medonha ("Hora do espanto!").
Quarto ato: existem mais coisas entre o real e o imaginário do que supõe nossa população (plagiando Shakespeare).
Aguardemos que os próximos atos sejam mais sanes!
E fecham-se as cortinas! Segundo turno, tempo de sorrir ou chorar! Depois, não adianta dizer que não existe verba, que o cofre está vazio. Eleição não é um jogo de promessa ou capricho pessoal. É o futuro de toda uma coletividade!