Se já nos espantávamos com os fanáticos militontos da esquerda, dispostos a seguir a presidenta Dilma, o líder Lula e o PT, PCdoB e apoiados ainda por simpatizantes de solidariedade esquerdistas do PSOL, Rede e PDT e outros nanicos, não se importando com a corrupção, ética e aparelhamento do Estado, desde que conservada a boquinha com cargos e verbas para negociar, sua última aparição foi na efêmera forma de black blocks, até que a polícia chegou.
Depois de definitivamente repudiados pela Justiça e nas urnas pela imensa maioria dos brasileiros, de uma forma nunca vista na história, agora são substituídos em seu radicalismo por novos grupos não menos danosos.
São eles os olavetes, que cultuam o ex-astrólogo e hoje alçado a intelectual por viúvas do militarismo, que os próprios militares acertadamente não querem reviver. Clamam por uma tal intervenção militar constitucional, desconhecendo que a constituição do país em nenhum artigo ou parágrafo da ensejo a esta sandice. A última aparição destes fanáticos foi na Avenida Paulista, em apoio a Donald Trump, comprovando a globalização da mediocridade.
Nestas eleições ainda aparece uma nova casta denominada "evangélicos", que, no entanto, prefiro qualificar de "pseudo", já que evangélicos são conhecidos por serem pessoas que seguem os ensinamentos de seu mestre Jesus. Sendo assim, não roubam, não mentem, não adulteram, não cometem nenhum tipo de delito, daí seria impossível que um político continuasse a ser evangélico na acepção do termo, vendo com o meio político.
O Brasil mudou, hoje ex-presidentes, como Lula, estão à beira da prisão e ex-ministros, como Palocci e Dirceu, estão presos. Centenas de políticos estão sendo processados e a expectativa de serem presos e o dinheiro desviado confiscado.
Estes espaços livres destes políticos desonestos não podem ser ocupados por grupos de fanáticos que em nada contribuem para a democracia e para a prosperidade do país.
Não podemos ficar a mercê destes novos pequenos e ruidosos grupos. Devemos isto sim apoiar pessoas comuns de comportamento republicano e zelo pela coisa pública, integrados às suas comunidades e que busquem um estado reduzido mas eficiente, que possa trazer bem-estar a seus cidadãos.