09 de julho de 2026
Regional

Prefeito eleito em Borebi afima que vai ter que 'reconstruir' a cidade

Lilian Grasiela
| Tempo de leitura: 2 min

Neide Carlos/JC Imagens
Prefeito eleito Antônio Carlos Vaca promete retomar obras  

O prefeito eleito em Borebi (45 quilômetros de Bauru), Antonio Carlos Vaca (PSDB), retorna ao comando do Executivo em janeiro de 2017 com a promessa de "reconstruir" a cidade. Além de dar andamento a obras e convênios paralisados, ele quer reformar prédios e espaços públicos e melhorar a qualidade da saúde e da educação.

Quando Borebi conseguiu sua emancipação político-administrativa e deixou de ser distrito de Lençóis Paulista, seus moradores elegeram Vaca como prefeito. Ele governou o município de 1993 a 1996 e, na sequência, sua esposa Leila Ayub Vaca assumiu o comando do Executivo por dois mandatos (de 1997 a 2000 e de 2001 a 2004).

Após uma "pausa" de quatro anos, Vaca foi novamente eleito e governou Borebi de 2009 a 2012. Quando tentava a reeleição, foi derrotado pelo atual prefeito Manoel Frias Filho (PR), o Mané Frias. Em outubro, ele "deu o troco" e venceu o candidato adversário por 1.187 votos contra 613 votos (ou 62% dos votos válidos).

O prefeito eleito conta que irá "reconstruir" a cidade, reformando o Centro do Idoso, praças, ginásio de esportes, posto de saúde e escolas. "Todos os próprios municipais estão acabados. O primeiro passo é reconstruir a cidade. Eu que construí e, agora, vou reconstruir", afirma. "Não foi investido nada na manutenção".

Ele também quer investir na melhoria da qualidade da merenda escolar e do atendimento na saúde, com a compra de mais remédios. "E fazer a distribuição das cestas básicas que a gente distribuía para as pessoas carentes", diz. "Na nossa época, nós dávamos 320 cestas. Hoje, ele (atual prefeito) tem dado 72 cestas".

Vaca revela que pretende valorizar os servidores com aumento de 11% diluído durante os quatro anos de governo. Ele também quer concluir unidade do Programa Saúde da Família (PSF), iluminar estádio, construir nova praça, cobrir quadra esportiva e cobrar recursos para construção de casas populares e reformas de escola e do ginásio municipal.

Segundo o futuro prefeito, pedido informal para a transição de governo foi negado e, agora, ele fez ofício ao prefeito solicitando acesso às finanças da cidade. "É importante a gente saber como estão os convênios, o caixa, o que a prefeitura deve, quem foi contratado, se vai ter dinheiro para pagar", declara. Para driblar a crise econômica, ele pretende recorrer aos governos estadual e federal. "Nós vamos correr atrás, trabalhar dentro do orçamento e não fazer dívidas", afirma.