08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Revendo meus conceitos

Françuá Vila Real Silva
| Tempo de leitura: 2 min

Na minha singela opinião e como transeunte, motorista e munícipe bauruense, acho que a multa de trânsito se faz necessária como um meio de manter a ordem. Sabemos que ainda levará um tempo para que haja uma educação no trânsito, haja vista as estatísticas falarem por si (acidentes, motoristas embriagados e violência no trânsito).


Programas de conscientização no trânsito e outras ferramentas têm sido utilizadas pelo governo federal. A multa é a forma de punir o infrator e os pontos na carteira de habilitação é a forma de mostrar que a lei é igual para todos, sendo ricos ou pobres. O pobre sente no bolso. O rico, caso não sinta no bolso, os pontos na carteira o colocam em pé de igualdade. Por isso Aristóteles eternizou a frase: “Igual para os iguais e desigual para os desiguais”, e ela se tornou doutrina jurídica conhecida como o Princípio da Igualdade ou Isonomia.


Porém, dentro desta isonomia, chamo a atenção para o quesito abuso de poder sobre a tão conhecida fábrica das multas que opera em nossas rodovias, onde carros e outros meios “camuflados” ficam na espreita como um predador que aguarda sua presa, no caso nós. Sou muito imparcial nesta minha publicação para externar meus agradecimentos e acredito que não falo só por mim, mas por cada motorista consciente ao deputado Celso Nascimento pelo Projeto de Lei que Nº 811, de 2016, onde dispõe a proibição de instalação e operação de radares móveis “os camuflados” em locais que dificultem a sua visualização pelos condutores de veículos nas rodovias estaduais do Estado de São Paulo.


Deputado Celso Nascimento, não votei no senhor no ultimo pleito, mas conquistou minha admiração e me fez repensar o valor que tem um deputado estadual e federal eleito pela nossa cidade! Meus parabéns pelo Projeto de Lei 811, de 2016.