'O prefeito Rodrigo Agostinho pretende submeter à Câmara Municipal com o propósito de alterar a fórmula de cobrança da Contribuição de Iluminação Pública (CIP), que vai implicar no aumento do tributo, embutido nas faturas de consumo de energia elétrica'. (Coluna Entrelinhas, do Jornal da Cidade, 15/11). Em fim de mandato, cujo 2º governo é bem avaliado pela população bauruense, Rodrigo deveria deixar de lado essa ideia e deixar que o próximo prefeito resolva sobre a Contribuição de Iluminação Pública.
Mesmo porque a cidade em algumas regiões à noite fica sob trevas. E há meses um jovem perdeu a vida ali no Bauru 2000 ao bater com sua moto em um animal solto numa via que não tem postes nem iluminação e este foi o motivo do acidente...Aliás, está assim até agora, apesar de discursos de secretário e vereadores dizendo que iriam resolver a situação.
Ou seja, pagamos uma taxa de iluminação de um serviço que pessimamente é servido para a população. E ainda quer aumentar o tributo? Que os vereadores não aprovem esse aumento e se a cidade continuar às escuras, precisamos rediscutir a continuidade dessa taxa.
PS - Estamos no aguardo para ver quais providências serão tomadas sobre a fragilidade das estacas que darão sustentação à estrutura da Estação de Tratamento de Esgoto. Se prefeitura, DAE e Comissão de Obras da Câmara Municipal fiscalizassem e acompanhassem o andamento das obras, conforme prevê a Lei de Licitação, esses problemas não teriam acontecido.