Caminhando pelas ruas da cidade deparamos constantemente com mendigos e andarilhos na região Central de Bauru. São pessoas que nos chamam a atenção, mas não fazemos nada, ou nos comparamos a eles como parâmetros de existência.
Deles nos lembramos constantemente quando, no aconchego de nossas casas, nos sentimos perdidos e desamparados. Lembramos dessas pessoas e nos perguntamos se assim a vida não seria mais prazerosa e intensa.
A imagem nos vem como último recurso à vida humana, pois eles não atrapalham ninguém, não são perturbados e se relacionam com várias outras pessoas durante o dia.
Sendo assim, podemos até dizer que estamos num bom caminho, pois se nossas referências de ideal são andarilhos e não modelos da TV, significa que estamos num caminho mais humanista que individualista na vida.