08 de julho de 2026
Geral

Champanhe ou espumante?

Maria Luiza Canedo
| Tempo de leitura: 1 min

Arquivo pessoal
Maria Luiza Canedo

Final do ano chegando junto com as festas regadas pelo espírito de renovação, fé e esperança. E para tornar as celebrações mais saborosas e especiais, o espumante se faz presente com elegância, desde a harmonização dos pratos até um divertido tim-tim com a família. 

O espumante é recheado de segredos que tornam aquela deliciosa e refrescante taça ainda mais interessante. Existem algumas diferenças entre as denominações, sabores e produções desse vinho, exclusivo e detentor de elegantes borbulhas que se dissipam lentamente.

Em síntese, todo espumante já foi vinho um dia, pois o espumante sempre será um vinho básico, produzido a partir de uma segunda fermentação. A primeira fermentação é a comum de todos os vinhos, onde o açúcar da uva se transforma em álcool em grandes tanques ou barris de carvalho. A segunda fermentação é feita com a adição de açúcar, na forma de suco de uva, e levedo extra, estimulando a transformação desses dois componentes em álcool e CO2 (as bolhas).

Porém, a denominação champanhe apenas é dada aos espumantes produzidos na região de Champagne, na França. Ou seja, todo champanhe é espumante, porém, nem todo espumante é um champanhe. Temos como exemplo famosos champanhes, como a deliciosa e encantadora Veuve Clicquot, produzida na cidade de Reims, na região de Champagne, na França; a famosa Moët & Chandon, entre outros que encantam com sabor e muito glamour.

Existem duas formas de produzir o espumante: o método tradicional chamado de Champagne ou Champenoise e o outro método chamado de Charmat ou Curve Close. No método tradicional, a segunda fermentação acontece na própria garrafa, sendo algo mais exclusivo e de melhor qualidade. Já no método Charmat, a segunda fermentação acontece em um tanque e posteriormente inserido nas garrafas.