Dom Paulo Evaristo Arns era um nobre vestido de Joanna D’arc.
Todo dia era humanista em uma armadura da esquerda socialista, mostrava que o progresso, a glória, o sucesso não precisavam necessariamente deixar matar o amor ao próximo.
Era um homem moderno, forte e tinha foco em ser feliz e fazer o entorno ser feliz.
Comia do melhor e bebia na fonte da real justiça social, fazendo seu dono, a igreja, ser forte, presente, rica, atuante e o seus seguidores usufruírem deste lucro.
Tinha um crucifixo de custo milenar e milionário, mas suas atitudes eram de um filantropo feliz.
Era um grande vendedor de sonhos e realizador de metas previamente determinadas milimetricamente.
Amava ser um show e um sucesso, mas sua voz era para tocar os que patrocinavam seus empreendimentos, voltados sempre ao mais pobre.
Com ele aprende-se a frase, pelas suas ações: *não me traga um problema, sem que tenha já duas soluções para ele.*
Ele era um herói, um homem, um justo, que gostava do bom, do belo e dividia isso com todos.
Este homem, sem religião, mas de fé e amor, era carismático, não pelo que acreditava, mas sim pelo que ajudava a todos a realizar, a “viver todo dia melhor”.
Pensem que ele descansou?
Risos...
Ele já pegou seu novo cinturão de ferramentas e foi cuidar de uma nova ponte. Onde?
Fica a seu critério imaginar.
Seja, faça e então terá.
Você pode mudar tudo à sua volta, sem precisar dar nenhum grito, apenas sussurrando ao mundo o que realmente quer.