O ódio é uma guerra que confronta a solução. Odiar é se importar. Consequentemente, se importar, é ter “valor”, seja ele positivo ou negativo.
O “planeta do ódio” carrega filosofias de vida como as do carrapato: mata um, nascem dois ou mais. Pode até ser intitulado como “Odionismo”, teoria que explica o desenvolvimento das consequências do ódio ao próximo.
Amar ao próximo nunca foi obrigatório (a não ser em questão religiosa). Já o respeito, deveria ser uma lei, tal como a empatia.
Em tempos modernos, mal se sabe onde encontrar a solução. Quem ama e se frusta, odeia. Quem odeia e se encanta, ama. Talvez o mundo ainda não se conhece.
Os seres do planeta sabem de muita coisa, menos as mais simplórias. Comandar guerras, tropas de choque, grupos de briga e ser reconhecido como o “temido” da turma é insignificante perto do que é comandar a consciência.