A entrada do verão faz com que a procura por ambientes aquáticos seja multiplicada, aumentando a frequência de banhistas, mergulhadores, praticantes de esportes aquáticos nos rios e mares. Com isso, a incidência de contato com animais marinhos e fluviais também aumenta, e o início do ano é marcado por inúmeras notícias de acidentes em jornais, televisões e sites na Internet.
Os acidentes ocorrem por piranhas (em lagos e represas de todos os estados do Brasil), águas-vivas e caravelas que acontecem com maior frequência com banhistas de alguns Estados, como Santa Catarina e Paraná, mas que são observados em todos os Estados. E recentemente, os acidentes de banhistas pisando em bagres atirados nas praias por pescadores, que sempre aconteceram, mas receberam destaque no verão de 2016 pela observação seriada em alguns locais do litoral do Estado de São Paulo. Estes agravos, somados aos acidentes por ouriços-do-mar, são comuns e esperados em todos os períodos de verão.
Existem estudos e medidas de primeiros- socorros e hospitalares para todos os problemas (alguns têm formas de prevenção, outros não). É importante que a mídia tenha conhecimento sobre estes fatos e procure a orientação correta, não requisitando opiniões de pessoas inexperientes, e que ao invés de trazerem soluções, podem trazer problemas.
Como em todo ano, teremos os surtos de acidentes por águas-vivas na região Sul, os agravos por caravelas no Nordeste, os acidentes por piranhas nas represas e lagos de todo País e as pessoas pisarão em bagres e ouriços-do-mar nas praias, como sempre. Para padronizar as informações e contribuir para a melhoria da discussão sobre o problema, além de indicar tratamentos corretos e medidas preventivas para melhoria da saúde da população, sugerimos buscar orientação especializada.