08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Intolerância

Paulo Sérgio Marteline
| Tempo de leitura: 2 min

Senhores leitores. Para escrever sobre a pastora evangélica que agrediu Nossa Senhora, tenho que salientar três pontos: 1) Nós, católicos, devemos dar a ela o perdão. Devemos entender que esta pessoa e os seus obreiros estão possuídos pelo Mal. Somente seres possuídos pelo Mal agem com total despreparo, desequilíbrio e fomento às desavenças e ao mau estar entre povos irmãos. De minha parte, sob a orientação da Mãe Aparecida, já a perdoei. 2) As pessoas que exercem liderança (como no caso da pastora citada) devem ter muito cuidado com os seus atos, pois estas pessoas que exercem a liderança, quer queira, quer não, representam à si e a outras pessoas em seus pensamentos e atitudes. Em relação a isso, o Ministério Público, a Igreja Católica e mesmo o Conselho de Pastores, devem representar contra a pessoa, pois independente de perdoar ou relevar uma ofensa, cometeu um crime. A Justiça tem, por dever, apresentar denúncia e cobrar as punições previstas. Se precisar, eu represento com uma queixa crime formal. 3) Em relação às ofensas à Nossa Senhora, Nossa Mãe e Mãe da Igreja (um dos seus Epítetos), temos visto que isto tem ocorrido de forma sistemática pelos anos. Há tempos, um evangélico invadiu a Basílica Nacional e quebrou a imagem. Outra vez, um pastou da Igreja Universal, no dia de homenagem à Padroeira (12/10), chutou e vilipendiou a imagem em rede nacional. Até quando isso vai prosseguir? Existe uma lei da Física que diz: "toda ação gera uma reação contrária de força igual ou maior..." Portanto, pessoas que podem e devem se envolver na questão, sejam católicos, evangélicos, agnósticos, ateus e demais, devem orientar as outras que comportamentos belicosos geram reação igual. Devemos pensar as atitudes e perdoar, mas junto a isso, precisamos reivindicar atitudes de respeito das pessoas e cobrar que autoridades chamem pessoas à razão, mesmo que à custa de punição. Sem mais.