Observemos estas notícias tristes na educação pública do Estado de São Paulo. Conforme o jornal O Estado revelou em outubro 2016, São Paulo perdeu 44,5 mil professores da rede estadual desde 2014; As modalidades de reforço para alunos com dificuldades de aprendizagem - de salas menores e com dois professores sofreram fortes reduções em 2016 (Folha de São Paulo); Governo de São Paulo reduz números de vice-diretores, mediadores e coordenadores, serão extintos três mil cargos (Portal Estadão); O Estado de São Paulo não paga o piso salarial para o professor (Jorna Agora); Governo anuncia aumento no piso para 18 mil professores PBI, que não recebiam nem o piso salarial, o restante da categoria e 0% de aumento e congelamento de salário desde 2014 (Apeoesp); A demissão de vários Gerentes Escolares, deixando algumas escolas sem secretario (UDEMO); O Governo de São Paulo alega que gasta mais que o percentual mínimo de 25% para a educação (Secretaria da Educação).
Então, não seria uma boa ideia pensarmos na Federalização do Ensino Público do Estado de São Paulo, já que o governo de São Paulo mostrou que não tem condições de manter o ensino público. Possivelmente o investimento na educação iria aumentar, com isso salários e condições de trabalho dos professores sofreriam uma melhora considerável trazendo benefícios para todos e evitando que daqui a uns 10 anos declararemos o colapso do ensino público do Estado de São Paulo por falta de trabalhadores (professores) ou por incompetência técnica administrativa do Governo.