| Divulgação |
| Luiz Campos; Heber Soares Vieira, diretor de Produção do DAE; e Eric Fabris se reuniram nessa terça-feira (31) |
Depois da troca de acusações entre o DAE e a CPFL Paulista sobre a responsabilização pela demora nos reparos ao poço Val de Palmas, que parou de funcionar após as chuvas da noite de sábado e da madrugada de domingo, o presidente da autarquia municipal, Eric Fabris, e o gerente regional da concessionária, Luiz Antônio Campos, reuniram-se, nessa terça-feira (31), a fim de alinhar procedimentos para novas solicitações de serviços na rede de energia elétrica.
Como noticiado pelo Jornal da Cidade, o problema que afetou o abastecimento a 10 mil moradores da região de bairros como o Nova Esperança e Bauru 16 poderia ter sido sanado em, no máximo, três horas. O conserto, contudo, só foi efetuado após 26.
Inicialmente os técnicos do DAE detectaram baixa tensão em uma das fases que alimenta a bomba, mas dependiam do desligamento da rede de alta tensão, que é de responsabilidade da CPFL, para que pudessem executar as verificações necessárias no transformador.
Depois de realizar uma vistoria no local, porém, a concessionária teria constatado que o problema ocorreu em sua própria rede de energia.
A CPFL Paulista, por sua vez, alegou não ter sido informada sobre a interrupção de energia elétrica no poço Val de Palmas.
Em nota, a companhia garantiu ter sido procurada pelo DAE para um desligamento comercial a fim de manutenção interna, serviço que exige programação.
No encontro de ontem, o gerente da concessionária explanou sobre a nova sistemática adotada para o atendimento a emergências. O procedimento passou a ser realizado pelo Centro de Operações de Campinas.
Luiz Campos explicou ainda que a solicitação deve ser registrada corretamente para que não seja lançada como “assunto comercial”, demanda só atendida em dias úteis.
Ele definiu a reunião como muito proveitosa e disse que o alinhamento entre as partes evitará problemas como o ocorrido no último fim de semana.