Na noite de 14 para 15 de abril, o maior e mais luxuoso transatlântico, em sua viagem inaugural, com duzentos e setenta metros de comprimento e trinta de largura, levava a bordo cerca de duas mil e duzentas pessoas entre passageiros e tripulantes.
O choque contra um enorme "iceberg" o fez afundar em menos de três horas. Estima-se em mais de mil e quinhentos o número de mortos.
Decorridos cento e cinco anos, a grande catástrofe não caiu no esquecimento; como um navio inafundável como aquele pouco depois acaba de afundar-se? Teria mesmo o imponente transatlântico o blasfemo lema: "A este nem Deus afunda".
Sabemos sobejamente que quem afronta a Deus não fica sem resposta, é bom sempre pensar nesta hipótese.
No 105º aniversário do naufrágio do "Titanic", não sejamos como os técnicos da época de sua construção, tenhamos uma atitude diametralmente oposta, de vigilância, humildade e prudência.
Ouçamos as palavras de Deus procurando pô-las em prática e, assim, por mais fortes que sejam as chuvas e os ventos, nossa casa não cairá, evitando o que aconteceu no Oceano Atlântico, com tantas vidas ceifadas.