| Malavolta Jr. |
| Quem for caminhar pela calçada do viaduto Falcão-Bela Vista precisa se preparar para o matagal |
Quem caminha pela calçada do viaduto Nicola Avallone Júnior, que liga a Vila Falcão ao Jardim Bela Vista, precisa prestar atenção para não sair com carrapichos na roupa. Isso porque o trecho da cabeceira próximo à rotatória da avenida Pedro de Toledo está repleto de mato alto. Mesmo o dispositivo estando localizado em frente à sede de uma das pastas responsáveis por sua manutenção, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma).
O calçamento em alguns pontos dos 1,5 quilômetros de extensão do viaduto também apresenta sinais de desgaste, com irregularidades e buracos entre os pisos.
Sob o elevado, a situação também não é uma das melhores. Há alguns dias, a prefeitura realizou uma limpeza, mas abandonou os restos de poda no local. Por lá, também é possível encontrar algumas tubulações abandonadas.
ANDAIME
Outra paisagem que chama atenção ao caminhar ou trafegar pelo viaduto é de um grande andaime cor laranja, que foi esquecido pela empresa responsável pela construção do dispositivo.
O viaduto Nicola Avallone Júnior foi aberto ao público em agosto de 2015, 22 anos após o início de sua construção. O local, mesmo após a sua liberação, foi chamado de "viaduto inacabado", até ganhar um nome, em 2016. Em março do mesmo ano, ele foi novamente interditado por mais alguns dias para adaptação final da estrutura, que recebeu juntas de dilatação.
SOLUÇÃO
Em nota, a Semma e a Secretaria Municipal das Administrações Regionais, que são responsáveis pela capinação do local, informaram que irão realizar o serviço nas guias e nas calçadas do viaduto na próxima semana.
"Com relação às fendas na calçada do Viaduto, a Secretaria de Obras irá vistoriar o local para identificar as medidas cabíveis para solucionar o problema", diz a prefeitura.
Sobre o andaime, a prefeitura informou que notificou a empresa responsável há alguns meses e que aguarda a retirada do equipamento do local.
O JC tentou contato com a titular da Semma, Mayra Fernandes, mas o celular dela estava desligado e ela não retornou às ligações até o fechamento desta edição.
Sem previsão para mão dupla
Quem caminha pela calçada do viaduto Nicola Avallone Júnior, que liga a Vila Falcão ao Jardim Bela Vista, precisa prestar atenção para não sair com carrapichos na roupa. Isso porque o trecho da cabeceira, próximo à rotatória da avenida Pedro de Toledo, está tomado pelo mato alto. E o pior é que o dispositivo está localizado bem em frente à sede de uma das pastas responsáveis por sua manutenção, a Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma).
Fora o matagal, o calçamento em alguns pontos dos 1,5 quilômetros de extensão do viaduto também apresenta sinais de desgaste, com irregularidades e buracos entre os pisos.
Sob o elevado, a situação também não é uma das melhores. Há alguns dias, a prefeitura realizou uma limpeza, mas abandonou os restos de poda no local. Por lá, também é possível encontrar algumas tubulações abandonadas.
ANDAIME
Outra paisagem que chama atenção ao caminhar ou trafegar pelo viaduto é de um grande andaime cor laranja, que teria sido esquecido pela empresa responsável pela construção do dispositivo.
Vale lembrar que o viaduto foi aberto ao público em agosto de 2015, 22 anos após o início de sua construção. O local, mesmo após a sua liberação, foi chamado de "viaduto inacabado", até ganhar um nome, em 2016. Em março do mesmo ano, ele foi novamente interditado por mais alguns dias para adaptação final da estrutura, que recebeu juntas de dilatação.
SOLUÇÃO
Em nota, a Semma e a Secretaria Municipal das Administrações Regionais, que são responsáveis pela capinação do local, informaram que irão realizar o serviço nas guias e nas calçadas do viaduto nesta semana.
"Com relação às fendas na calçada do viaduto, a Secretaria de Obras irá vistoriar o local para identificar as medidas cabíveis para solucionar o problema", diz a prefeitura.
Sobre o andaime, a prefeitura informou que notificou a empresa responsável há alguns meses e que aguarda a retirada do equipamento do local.
Para falar sobre a proximidade do problema com a sede da Semma, o JC tentou contato com a titular da pasta, Mayra Fernandes, mas o celular estava desligado e ela não retornou as ligações até o fechamento desta edição.