Um homem casado, gerente de uma fábrica de roupas, matou uma funcionária com quem tinha um relacionamento amoroso porque ela estava grávida de dois meses e se negava a fazer o aborto. O crime, esclarecido na noite desta quarta-feira, 26, chocou a pequena Saltinho, cidade de 7 mil habitantes do interior de São Paulo.
O acusado, que confessou o crime e a motivação, foi levado a uma cadeia da região e está sendo mantido numa cela sob vigilância. A vítima, a publicitária Denise Stella, de 31 anos, estava desaparecida desde a noite de segunda-feira, 24, quando saiu de casa para jantar na casa de uma amiga e não retornou.
Amigas da jovem chegaram a postar o desaparecimento em redes sociais. O carro usado por Denise, que pertence à mãe dela, foi encontrado abandonado em um canavial do município.
Acionada, a Polícia Civil iniciou as investigações e chegou ao suspeito. Ele revelou onde havia deixado o corpo, em uma estrada de terra, próximo da Rodovia Cornélio Pires (SP-127). O corpo havia sido jogado em uma ribanceira.