11 de julho de 2026
Geral

Osteopatia, incluída agora no SUS, usa apenas técnicas manuais no tratamento

Ana Paula Blower
| Tempo de leitura: 1 min

A osteopatia trabalha em conjunto com outras áreas da saúde, como clínica médica e fisioterapia

O Ministério da Saúde incluiu 14 novas terapias alternativas ao Sistema Único de Saúde (SUS). Entre elas, a osteopatia. Sem o uso de remédios e utilizando técnicas manuais, visa a estabelecer o equilíbrio das estruturas e sistemas corporais. O método age no tratamento de dores nas costas, alterações posturais, entre outras.

"É uma abordagem holística. Trata músculos, articulações, tecidos, sistema circulatório. Vamos em busca da causa do mau funcionamento de uma estrutura até melhorar o sintoma. Todas as partes do corpo funcionam de forma integrada", observa a osteopata Letizia Maddaluno.

A osteopatia trabalha em conjunto com outras áreas da saúde, como clínica médica e fisioterapia, e pode ajudar em casos de dores de cabeça, alterações funcionais digestivas e respiratórias. Mas não é indicada em pacientes com câncer e quadros infecciosos, por exemplo. "Não é um tratamento invasivo. Nosso instrumento são as mãos. Respeitando as contraindicações do paciente, todos, do bebê ao idoso, serão beneficiados", diz Letizia. 

Para o osteopata Henri Pelletier, a terapia pode aliviar incômodos e prevenir. "Tratamos a raiz do problema e, em consequência, as adaptações que o corpo faz. Por exemplo, se você torce o tornozelo, fica mancando e acaba tendo dor na bacia. Nós vamos perceber da onde veio a dor e adaptar o tratamento."