O que se viu em Brasília, na tarde de 24/5, não foi manifestação por "fora Temer". Foram ações coordenadas, deliberadas e executadas de forma a promover o caos social, idêntico ao que houve na década de 60, quando pessoas como Dilma Rousseff promoviam atentados à bomba, assassinatos e roubos sob o falso mote de uma democracia que nunca quiseram. Lutavam, como lutaram neste 24/5, por uma anarquia que só será acalmada com a investidura de um governo socialista.
Nenhum país do mundo jamais viveu algo semelhante ao que vimos, nem mesmo no oriente médio, palco de guerras tribais seculares. O ataque em Brasília chegou numa magnitude inaceitável, de atentados contra a vida, ao erário e à administração pública. Incendiaram edifícios inteiros, destruíram o que encontraram pela frente, com perdas irreversíveis de computadores e documentos de interesse da Nação, e não de Temer ou qualquer governo. Viu-se o desespero de servidores públicos concursados saírem em pânico debaixo de pedradas, vidros quebrados e bombas caseiras com potencial para despedaçar membros. Diante daquele quadro anacrônico, o chamamento das Forças Armadas era vital para que a vida do País se mantenha dentro de um padrão mínimo de segurança aos milhões de cidadãos que respeitam as leis.
O lulopetismo doutrinou erradamente a mente vazia do brasileiro mediano, forjando a falsa teoria de que toda manifestação seria "direito de opinião", inclusive os saques, destruição, bloqueios incendiários e tumultos provocados pela CUT, MTST e outras milícias parasitárias que vêm sendo preparadas como o próprio Lula anunciou outrora: o exército do Stédile. E, nesse Brasil de idiotismo crescente, vemos filas de 30 km de carros e caminhões parados numa estrada por causa de meia-dúzia de camisas vermelhas incendiando centenas de pneus numa via pública.
Que se grite "fora Temer". Que se exija a saída (e, por favor, a "não reentrada" também) de cada político corrupto envolvido nos esquemas que nasceram grandiosamente na gestão petista. Mas que se o faça à luz da Constituição, sem o aniquilamento das instituições republicanas e sem o golpe de "diretas já", que não passa de uma tentativa desesperada de salvar Lula da prisão. Quanto à reconstrução de tudo que os criminosos de camisas vermelhas provocaram, gostaria de saber se os organizadores serão acionados pelo MPF para ressarcimento ou se será apenas mais uma conta que eu - e você, leitor - teremos que pagar.