Desde a Antiguidade, quando os gregos criaram a democracia, o voto passou a ser um direito do cidadão. Com o passar dos anos, a maioria dos jovens passou a se interessar cada vez mais pela política e a conscientização de seus votos pode fazer a diferença no futuro. No entanto, a quantidade de escândalos envolvendo políticos e o enfraquecimento dos movimentos sociais podem atrapalhar esse progresso.
A mídia tem intensificado a exibição dos atos ilícitos executados por políticos. Isso tem dificultado o interesse dos adolescentes pela administração governamental, pois essas notícias acabam repelindo os mais jovens. Portanto, se eles não intervirem através do voto, abrirá espaço para os maus políticos.
Ademais, o enfraquecimento dos movimentos sociais se tornou outro empecilho para o interesse dos jovens no voto. Esse fato ocorre devido à constante repressão a esses ideais. Assim, se os novatos nas urnas não se conscientizarem sobre seus votos, o exercício do direito do povo irá diminuir gradativamente.
Segundo Aristóteles: "A política não deveria ser a arte de dominar, mas sim a arte de fazer justiça." Nesse contexto, os jovens devem ser educados desde criança pela família sobre a importância do voto consciente, em que há a procura pelas propostas dos candidatos e após a eleição o acompanhamento de suas promessas. Só assim será possível criar uma sociedade crítica e consciente.