| Luiz Pires/Divulgação |
| Garça Branca Grande (Egretta alba) no Zoo de Bauru |
Com mais de 250 mil visitantes por ano, o Zoo de Bauru é o ponto turístico mais movimentado de Bauru. E para manter toda sua estrutura, que contempla cerca de 680 animais e 10 hectares de área de aberta à visitação, o parque arrecada aproximadamente R$ 1 milhão por ano.
O recurso é destinado por meio do chamado Fundo Municipal de Manutenção e Ampliação do Zoológico Municipal, em que estão incluídos os valores advindos de ingressos, aluguéis da lanchonete e da loja de souvenir localizadas nas dependências do Zoo, além do montante oriundo do Programa Adote um Animal.
Diretor do Zoológico, Luiz Pires explica que, embora tenha sido criado há bastante tempo, o projeto ainda gera pouca renda para a unidade.
Atualmente, são subsidiados pela iniciativa privada só os dois setores de grandes felinos (recintos do leão, tigre, onça-parda e onça-pintada), o mico-leão-dourado e o setor de tucanos (também quatro recintos).
"Qualquer empresa pode repassar um valor fixo mensal durante um ano, por setor ou animal, e, em contrapartida, ter sua marca incluída nas placas de identificação dos animais adotados. Não conseguimos, ainda, expandir o programa da maneira como gostaríamos, mesmo ele dando muita visibilidade às empresas", observa, salientando que empresas interessadas devem entrar entrar em contato com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente.
Em 2016, o espaço recebeu 258,8 mil pessoas vindas de toda a região de Bauru, sendo 31 mil estudantes que participaram de excursões agendadas e entraram gratuitamente. Hoje, o ingresso custa R$ 4,00, mas crianças com menos de cinco anos não pagam e idosos acima de 70 anos pagam meia-entrada.
Toda a renda é revertida para o fundo, que retorna ao Zoológico. Não entram nesta conta, contudo, os recursos recebidos da prefeitura para custear a alimentação dos animais - algo em torno de R$ 500 mil por ano - e a folha de pagamento dos 53 servidores do parque.
RESTAURANTE
A expectativa do Zoo (cujo telefone é o 3203-5229) é ampliar sua renda a partir da construção de um restaurante no local. Segundo Pires, o processo de licitação já foi concluído e o município aguarda somente que a empresa vencedora apresente alguns documentos, até o dia 23 de junho, para dar início às obras. A partir da expedição da ordem de serviço, o prazo para que o novo prédio fique pronto é de 18 meses.
"Ele vai substituir as instalações da lanchonete, que são antigas. Quando tudo ficar pronto, iremos abrir nova concorrência para definir quem poderá explorar o espaço", adianta.
Mudanças em fundo municipal: discussão
Com mais de 250 mil visitantes por ano, o Zoo de Bauru é o ponto turístico mais movimentado de Bauru. E para manter toda sua estrutura, que contempla cerca de 680 animais e 10 hectares de área de aberta à visitação, o parque arrecada aproximadamente R$ 1 milhão por ano.
O recurso é destinado por meio do chamado Fundo Municipal de Manutenção e Ampliação do Zoológico Municipal, em que estão incluídos os valores advindos de ingressos, aluguéis da lanchonete e da loja de souvenir localizadas nas dependências do Zoo, além do montante oriundo do Programa Adote um Animal.
Diretor do Zoológico, Luiz Pires explica que, embora tenha sido criado há bastante tempo, o projeto ainda gera pouca renda para a unidade.
Atualmente, são subsidiados pela iniciativa privada só os dois setores de grandes felinos (recintos do leão, tigre, onça-parda e onça-pintada), o mico-leão-dourado e o setor de tucanos (também quatro recintos).
"Qualquer empresa pode repassar um valor fixo mensal durante um ano, por setor ou animal, e, em contrapartida, ter sua marca incluída nas placas de identificação dos animais adotados. Não conseguimos, ainda, expandir o programa da maneira como gostaríamos, mesmo ele dando muita visibilidade às empresas", observa, salientando que empresas interessadas devem entrar entrar em contato com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente.
Em 2016, o espaço recebeu 258,8 mil pessoas vindas de toda a região de Bauru, sendo 31 mil estudantes que participaram de excursões agendadas e entraram gratuitamente. Hoje, o ingresso custa R$ 4,00, mas crianças com menos de cinco anos não pagam e idosos acima de 70 anos pagam meia-entrada.
Toda a renda é revertida para o fundo, que retorna ao Zoológico. Não entram nesta conta, contudo, os recursos recebidos da prefeitura para custear a alimentação dos animais - algo em torno de R$ 500 mil por ano - e a folha de pagamento dos 53 servidores do parque.
RESTAURANTE
A expectativa do Zoo (cujo telefone é o 3203-5229) é ampliar sua renda a partir da construção de um restaurante no local. Segundo Pires, o processo de licitação já foi concluído e o município aguarda somente que a empresa vencedora apresente alguns documentos, até o dia 23 de junho, para dar início às obras. A partir da expedição da ordem de serviço, o prazo para que o novo prédio fique pronto é de 18 meses.
"Ele vai substituir as instalações da lanchonete, que são antigas. Quando tudo ficar pronto, iremos abrir nova concorrência para definir quem poderá explorar o espaço", adianta.