Eu me rendo! Sempre fui otimista! Procurei compreender as nossas sujeiras! Ainda assim, sempre me orgulhei das coisas do Brasil sem ficar pregando isto aos que me cercam! Mas agora sou obrigado a reconhecer que estou morrendo de vergonha de meu país.
O médico de minha consciência mandou tomar um comprimido de Dramin todos os dias, um remédio para evitar vômitos. Como não ter vontade de vomitar ao ouvir as opiniões ou ver Gilmar Mendes, Michel Temer, Rodrigo Maia, Eunício Oliveira, Eliseu Padilha, Moreira Franco, Aécio Neves, Alckmin, Dória e outros escárnios de uma vida cidadã honesta!
São dezenas de marginais políticos, judiciários, executivos e parlamentares a me indignar que o otorrinolaringologista me receitou Labirin para não perder o equilíbrio, afinal como não perdê-lo frente a tanta safadeza, maldade e pactos com o demônio. Labirin é remédio para as vertigens da labirintite. Não tem como não acreditar, estas pessoas devem ser encarnações e mutações de Lúcifer materializadas na terra. Tenho certeza que abriram a porteira do inferno e invadiram o Brasil.
Como não vomitar ao ouvir no jornal aquelas vozes empostadas e emboladas de salivas grossas, lábios e línguas inchadas de tanto veneno que carregam! Como podem esses olhos e faces dizer quer representam o meu país e sua justiça. Até um menino de 2 anos sabe que são falsos, ladrões, hipócritas, safados e maldosos. Nunca fui a favor da pena de morte ou da guilhotina, mas estou revendo meus conceitos!
Me pergunto: como vou encarar aqueles que convenci que a ética valia a pena? Como vou cumprimentar aqueles que fiz entender que era bom acreditar no país e sua gente? É muita podridão e envolve a todos, quase que indistintamente! Que asco ou nojo! Isto ocorre em tudo!
Como poderemos evitar nas próximas eleições? Conhecer e expor todos e tudo muito claramente. Por exemplo: será que Dória seria eleito como foi se todos soubessem que era um dos principais devedores da prefeitura de São Paulo? Ou se soubessem que é um dos motoristas mais multados no trânsito de São Paulo, inclusive com excesso de velocidade nas avenidas Marginais? Se faz isto e se candidata a prefeito, será que não é um cara de pau tal qual os pilantras que citei?
Para ajudar você avaliar a capacidade de desconfiar e questionar vou fazer 5 perguntas banais sobre sujeiras e lhe dar as respostas certas. Se errar mais que 2, deves reavaliar seus critérios de análise e julgamento que envolvam porquices como desses caras:
1. Qual o local mais sujo para a comida cair: a pia ou o piso da cozinha?
2. Quem é mais sujo: a churrasqueira/grelha ou o assento do banheiro?
3. O que podemos emprestar tranquilamente: desodorante ou sabonete?
4. Qual deveríamos lavar depois de usar: toalha de banho ou pano de prato?
5. Quem é mais suja e nojenta: a mosca ou a barata?
Em uma casa a pia da cozinha representa um dos locais mais sujos com mais ou menos 2.800 bactérias por centímetro quadrado, enquanto no chão têm-se apenas 130. Que caia o bife no chão e não na pia! Eca.
Na grelha se tem o dobro de bactérias do que nos assentos do banheiro, pois bactérias se alimentam de carne crua e outros detritos da carne que ficam grudados e ao ar livre. A churrasqueira deveria ser limpa com amônia!
Talvez o sabonete seja um dos 3 locais mais sujos da casa, com muitas bactérias e fungos, sem contar fios de cabelos e pelos grudados. O desodorante só tem pelos e células da pele, quase sem risco de infecção!
O pano de prato tem muitas bactérias nocivas, a maioria coliformes e muita "E. coli". Têm bactérias das comidas e mãos, mas muitas! Nas toalhas são bactérias inofensivas e em pouco número! Pano de prato se usou, lavou!
As moscas são muito mais nojentas que as baratas e transportam muito mais bactérias que espalham ao voar. Moscas se reproduzem em matéria fecal, lixo e animais putrefatos, guardando aos micróbios em seus pelos. Eu heim!
Moral da história: Temos que aprender a reconhecer as porquices e imundices. Se não soubermos reconhecer as imundices que estão em nossas casas, como reconheceremos os que querem ser nossos representantes no parlamento, executivo e judiciário? É tudo igual!