08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Sem limites, pra que e para quem?

Rui Miguel Tripoli
| Tempo de leitura: 1 min

Não sei se seria mais cômodo falar do perfume das rosas, dos seus espinhos ou do jardineiro?! Faça o bem, sem olhar pra quem! No cenário metafórico, nessa fábrica de loucos, as transformações sociais parecem digladiar com o certo e o errado. Na flexibilização, tudo é normal, o anormal é ser normal! Vivemos o estigma da mentira, que virou verdade e a verdade que virou mentira!

Tornamo-nos condizentes de uma filantropia generalizada, que maqueia e usurpa da boa vontade. São tantas benevolências que viraram meio de vida para muitos. Todos feitos filhotes de passarinhos, com a boquinha aberta à espera da comida. Nossa cidade precisa ser acolhedora, no sentido de trazer novas empresas e preservar as já existentes na cidade, mantendo o emprego e renda para o município, buscar o melhor, na saúde, na educação, lazer, transporte coletivo e moradia!

Filtrando os migrantes, contatando familiares e cidades de origem e procurando recolocá-los no caminho, aqueles que realmente buscam uma nova oportunidade. Não podemos ser conhecidos como cidade acolhedora e sem limites para esse exército de nóias, desocupados, andarilhos. Agora, quem quer mudar, quem é o errado, criatura ou criador? Estacionar próximo a algum órgão público ou evento, só por Deus. Vamos ser acolhedores e solidários com aqueles que buscam ajuda para sair do infortuno e deixarmos de ser condizente com esses oportunistas de plantão!