08 de julho de 2026
Tribuna do Leitor

Simbologia

Fabio Ferreira
| Tempo de leitura: 2 min

Estava em um profundo devaneio quando me deparei com as notícias veiculadas através da mídia sobre nossa classe política e suas quadrilhas. Notícias que são sempre as mesmas: corrupção, lavagem de dinheiro, voo de jatinho da FAB, extorsão, grampo, delação, suruba, não sei, não vi, não é meu, caixa II, eleição, associação e agora a mais nova pérola deste governo que é o Etecetera...

Nesse devaneio, surgiu a palavra Simbolismo: "Simbolismo é um estudo de símbolos, seus conjuntos e suas relação". Seguindo ainda as notícias veiculadas através da mídia, me chamou a atenção um tópico sobre os números assombrosos de casos de pedofilia. Foi neste devaneio que relacionei através da Simbologia - O político e o Pedófilo - Vislumbrei uma singularidade ímpar, que me assombrou.

Pedófilo - A maioria dos pedófilos são homens e o que facilita a atuação deles é a dificuldade que temos para reconhecê-los, pois aparentam ser pessoas comuns, com as quais podemos conviver socialmente sem notar nada de anormal nas suas atitudes.

Pedófilos costumam usar a Internet pela facilidade que ela oferece para encontrarem suas vítimas. Nas salas de bate-papo ou redes sociais, eles adotam um perfil falso e usam a linguagem que mais atrai as crianças e adolescentes.

Políticos - Na maioria, senhores e senhoras com idade superior aos 40 anos, com semblante de senhorio, que atraem a população na "Festa da Democracia" (eleições) com seus discursos acalorados cheios de cinismo, dizendo que no Brasil ("Terra do Invés") tudo vai bem, tudo evolui, estamos em crescimento, Brasil pátria educadora, minha casa minha vida, bolsa isso bolsa aquilo, manejo e a mais nova pérola, que é o Etecetera do ministro da Fazenda Henrique Meirelles (o Soneca dos Sete Anões).

Só mudou o "Modus Operandis", mas o resultado final é igual - abuso, violência, desrespeito com o ser humano, domínio e o gozo pelo poder.

Conclusão: crime político deveria ser tratado como o crime de pedofilia - Hediondo. Logo no regresso de minha sobriedade me perguntei - Estou louco?

Que Deus tenha piedade de nós.