| Renan Casal |
| Subtenente Vinicius José da Silva ensina Áquila Cândido |
Em Bauru, até cinco pessoas são socorridas por viaturas do Samu ou do Corpo de Bombeiros, por semana, acometidas por parada cardiorrespiratória. O socorro leva média de 10 a 20 minutos e, a cada minuto que passa, a chance de sobrevida da vítima reduz cerca de 10%. Para tornar a população um "aliado" do resgate, foi realizado, ontem, na Praça Rui Barbosa, um treinamento em massa da massagem cardíaca ou reanimação cardiopulmonar.
"A maioria dos casos [de parada cardíaca] é causada pelo enfarte e resulta em morte pela falta desse tipo de assistência. As mãos são ferramentas que podem salvar vidas, mas, no Brasil, ainda não há uma cultura de treinamento", comenta Rafael Arruda, médico coordenador do Samu.
O treinamento em massa neste sábado foi realizado pelos bombeiros e Samu e reuniu bom público.
MÃOS NO CORPO!
A massagem possibilita que o coração continue bombeando sangue e irrigando os órgãos, explica o subtenente do Corpo de Bombeiros Vinícius José da Silva.
O estudante Áquila Cândido, 14 anos, gostou tanto do aprendizado que aproveitou a atenção do subtenente para tirar várias dúvidas. "A mesma massagem deve ser feita com pessoas afogadas?", indagou. "Sim, o mesmo procedimento", respondeu Silva.
A auxiliar de escritório Andréia Bento Rocha, 38 anos, também aproveitou o "pit stop" para aprender mais. "Quando ela tinha 1 ano, engasgou com um pedaço de linguiça. Meu marido a virou de costas e, com tapinhas, conseguiu salvar", lembra, referindo-se à sua filha Andriele, de 7 anos.
Técnica de enfermagem do Samu, Simone Evaristo afirma que o engasgamento, seja com leite ou outros tipos de comida, é o que mais leva crianças à parada cardiorrespiratória.
E O BOCA A BOCA?
A ventilação, mais conhecida como respiração boca a boca, não é preconizada, apesar de importante.
O evento também contou com a presença do secretário municipal de Saúde José Eduardo Fogolin.
"Dependendo da localidade, o socorro leva tempo. Aumentar a chance de sobrevida da pessoa é o que faz a diferença, por isso a importância de uma ação para ensinar a comunidade a como proceder", pontua o secretário.
Os passos da reanimação cardiopulmonar
Em Bauru, até cinco pessoas são socorridas por viaturas do Samu ou do Corpo de Bombeiros, por semana, acometidas por parada cardiorrespiratória. O socorro leva média de 10 a 20 minutos para chegar e, a cada minuto que passa, a chance de sobrevida da vítima reduz cerca de 10%. Para tornar a população uma "aliada" do resgate, ambos os órgãos realizaram, ontem, na Praça Rui Barbosa, Centro da cidade, um treinamento em massa da massagem cardíaca ou reanimação cardiopulmonar.
"A maioria dos casos [de parada cardíaca] é causada pelo enfarte e resulta em morte pela falta desse tipo de assistência. As mãos são ferramentas que podem salvar vidas, mas, no Brasil, ainda não há uma cultura de treinamento", comenta Rafael Arruda, médico coordenador do Samu.
MÃOS NO CORPO!
A massagem possibilita que o coração continue bombeando sangue e irrigando os órgãos, explica o subtenente do Corpo de Bombeiros Vinícius José da Silva.
O estudante Áquila Cândido, 14 anos, gostou tanto do aprendizado que aproveitou a atenção do subtenente para tirar várias dúvidas. "A mesma massagem deve ser feita com pessoas afogadas?", indagou. "Sim, o mesmo procedimento", respondeu Silva.
A auxiliar de escritório Andréia Bento Rocha, 38 anos, também aproveitou o "pit stop" para aprender mais. "Quando ela tinha 1 ano, engasgou com um pedaço de linguiça. Meu marido a virou de costas e, com tapinhas, conseguiu salvar", lembra, referindo-se à sua filha Andriele, de 7 anos.
Técnica de enfermagem do Samu, Simone Evaristo afirma que o engasgamento, seja com leite ou com outros tipos de comida, é o que mais leva crianças à parada cardiorrespiratória.
E O BOCA A BOCA?
A ventilação, mais conhecida como respiração boca a boca, não é preconizada, apesar de importante.
O evento também contou com a presença do secretário municipal de Saúde, José Eduardo Fogolin.
"Dependendo da localidade, o socorro leva tempo. Aumentar a chance de sobrevida da pessoa é o que faz a diferença, por isso a importância de uma ação para ensinar a comunidade a como proceder", pontua o secretário de Saúde.
Em bebês
1.º Certifique-se que o bebê não está respirando
2.º Deite o bebê de barriga para cima no seu joelho ou em um dos braços
3.º Posicione os dedos indicador e médio sobre o tórax (entre os mamilos) e pressione os dedos para baixo, realizando cinco compressões. Depois, vire a criança de costas e dê cinco palmadas na região do tórax
4.º Repita ambos os processos, de compressão frontal e palmada traseira, até a chegada do socorro médico