10 de julho de 2026
Nacional

Vem Pra Rua tem atos esvaziados


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São Paulo - Com adesão menor que na época do impeachment de Dilma Rousseff e gritos contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), seguidores do movimento Vem Pra Rua fizeram passeata em São Paulo, ontem. De acordo com Rogério Chequer, líder do grupo, a pauta comum do protesto é "pela renovação política", que inclui "oposição ao fundão, ao distritão e ao uso de propina derivada da atividade do mandato para fazer caixa dois".

A passeata, que seguiu pela Avenida Paulista, da frente do Masp (Museu de Arte de São Paulo) até a Avenida Brigadeiro, chegou a ocupar cerca de duas quadras da via e durou apenas três horas. Perguntado sobre a diferença do público deste protesto com o de manifestações anteriores, Chequer afirmou que "atos como aqueles que a gente viu naquele período não são mais bases de comparação". 

Nem o Vem Pra Rua e nem a PM fizeram estimativa de público.

Apenas três pessoas discursaram, incluindo o jurista Modesto Carvalhosa.

NO RIO

Manifestantes do movimento Vem Pra Rua que faziam protesto neste domingo discutiram com apoiadores da ex-presidente Dilma Rousseff, que estavam em frente a sua casa, em Copacabana, zona sul do Rio. O grupo de cerca de 20 pessoas com bandeiras da ex-presidente esperava a manifestação do Vem Pra Rua, que é contrário do PT, passar no local.

Policiais fizeram um cerco para separar os dois grupos e não haver confronto físico. Mesmo assim, houve muito verbal e organizadores chegaram a acelerar o protesto e pediram calma aos manifestantes. 

O momento foi um dos poucos do protesto, que recebeu o nome de "Circuito dos Corrupto", que citaram nomes de políticos. A maioria do tempo eles gritam "Fora, Gilmar" , o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que soltou envolvidos na Lava Jato do Rio. O protesto também percorreu a casa do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB), no Leblon, e do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), no mesmo bairro.