Queridinho de Rodrigo Janot e dono da JBS, Joesley Batista, que por obra e caridade do Judiciário está livre e solto mesmo após ter confessado ser o maior corruptor deste País, ofende a Nação chamando, sem provas, o nosso presidente de "ladrão geral da República".
Esse criminoso confesso está afrontando o Estado brasileiro e não pode ficar impune! Já que corrompeu, inclusive com propina, dirigentes de bancos públicos e dos fundos de pensão em troca de bilhões de reais que recebeu de financiamentos com taxas especiais de recursos dos contribuintes!
Este delator, amuleto de Janot, só para satisfazer o procurador-geral da República, faz qualquer negócio, como o áudio imprestável gravado no Palácio do Jaburu para tentar incriminar Temer. Este empresário é um cidadão perigoso, que não tem limites para atormentar a Nação, como chamar o presidente Temer de "ladrão geral da República". A presidente do Supremo, Cármem Lúcia, não pode fugir à responsabilidade. Precisa se manifestar e cobrar o enquadramento do dono da JBS.