Na madrugada de 20/09/61, Betty e Barney Hill retornavam de carro para New Hampshire (EUA). De repente, havia um ufo pousado 100 metros à frente deles. Barney dirigiu o carro para o acostamento e brecou. Uma irresistível sonolência veio. Eles "apagaram".Quando ficaram novamente conscientes, estavam dentro do carro parado no acostamento.
A uns 50 km além do local de contato e 2 horas estavam apagadas da memória deles. Betty durante anos ficou tendo pesadelos recorrentes nos quais começavam com ela e o marido sendo levados para dentro de um ufo por seres humanóides. Aí ela acordava assustada e não mais sabia o resto. Foi quando em 1964 ela buscou auxílio do dr. Benjamin Simons, psiquiatra em Boston. Ela foi hipnotizada durante 6 meses.
Até que conseguiu reviver as 2 horas perdidas. Recordou que humanóides (1,50 m de altura, pele acinzentada, cabeça em formato da fruta pera e enormes olhos como os de um gato) os conduziram para dentro do ufo. Imobilizados numa maca, retiraram sangue e um pouco de sêmen de Barney. Uma agulha foi introduzida perto do umbigo de Betty. Tiraram, dos 2, amostras de cabelos e pele. Os seres se comunicavam com o casal através da telepatia. Depois, andando livremente dentro da nave, Betty viu um mapa tridimensional numa sala. Os seres explicaram que se tratava da Via Láctea.
O planeta de origem deles, lá no centro do mapa. Ela desenhou, sob hipnose, o mapa para o médico, num papel. O relatório do psiquiatra apontou que a abdução ocorreu efetivamente e que Betty não sofria de problemas mentais. Em 1969, astrônomos americanos descobriram 2 novas estrelas na Via Láctea, batizadas de Zeta Retículi 1 e Zeta Retículi 2. Em 1972, a astrônoma e ufóloga Marjorie Fish, após 2 dias de meticuloso estudo, identificou as estrelas Zeta Retículi 1 e 2 no mapa desenhado por Betty, sob hipnose. Um ufo foi registrado pelo radar 214 da Centésima Esquadrilha de Bombardeiros da Força Aérea Americana, no mesmo dia, hora e local da abdução.