Conforme sugeriu Marx, a história se repete: "Em 2017, a desigualdade entre mulheres e homens voltou a crescer no Brasil e no mundo".
A luta feminista, por isso, é indispensável. As pessoas "tornadas mulheres" (Simone de Beauvoir) continuam sendo marginalizadas.
Assim, tal busca por inclusão não deve ser bandeira de um único lado político, mas promoção básica dos direitos constitucionais para todos.
Querer a redução de tais desigualdades não é mais do que tomar o partido da nossa própria Constituição Federal.