Não pretendo convencer a ninguém das minhas ideias, cobrindo-as com um manto de argumento quase indiscutível. Como advogada, isto seria simples, rápido e fácil, porém, o principal estaria relegado a um segundo plano. Quero apenas demonstrar a minha concepção de vida, meu modus mental operandi... para que fique claro para todos os amigos do facebook o que penso a respeito de questões relacionadas às duas maiores pragas da Humanidade: o preconceito e como consequência o julgamento parcial, sem direito à Defesa.
Não há mais tempo para discutir, apontar, crucificar quem quer que seja. Somos todos seres humanos, pertencentes à mesma origem e filiação. Ninguém é melhor ou pior do que ninguém. Se falarmos num jardim da infância, não precisaríamos explicitar tanto. O adulto está corroído, enferrujado e precisa renascer de si mesmo, para ver o mundo além de sua própria janela mental.
Infelizmente, as doutrinas inquisidoras, ultrapassadas, o entendimento surreal sobre Preceitos Divinos, está longe de legitimar uma atitude cristã, budista, messiânica, evangélica, católica ou de qualquer outra religião constituída. Ao contrário, isto representa uma parcela de falsos seguidores, que em sua maioria são sedentos de Poder e Prestígio, financeiro ou moral.
Tratar o direito dos outros, como se nosso fosse. Fazer o bem ao semelhante sem distinção de qualquer natureza. Em suma, respeitar o sagrado direito de Liberdade, sem tomar para si que isto significa ofensa pessoal, aos seus valores. Não é porque é diferente, que não tem valor. Não é porque é diferente, que não mereça ser vivido. Que Humanidade tosca ainda alimentamos em nós. Idade Média já passou. E muitos vestem a toga de juízes da Vida alheia todo santo dia.
Ainda bem que tenho veia de artista poeta e bailarina nestas minhas andanças pela Vida. Vamos parar de comentar os posts alheios, como se estivéssemos no Quintal da Nossa Casa. Vamos dar o exemplo às gerações vindouras, de algo que os Seres Humanos ainda não aprenderam. O direito de cada um termina exatamente onde começa o dever de respeitar o direito do outro. Simples Assim!
Lembrando Sempre: Sua mera opinião não é Argumento.
Argumento é fruto de larga e profunda elaboração mental... e é isento de parcialidade.