Questionamento eloquente e ousado, porém oportuno. Saber exatamente o que te diferencia - ou o que te assemelha - das mais de 371 mil pessoas que vivem em Bauru é um privilégio de uma minoria desconhecida.
Isso é um verdadeiro paradoxo: quanto mais sabes quem és, menos precisa provar quem és para quem quer que seja. Mas, afinal, quem é você mesmo, bauruense?
Pode você agora me dizer: meu nome é Erika Castro, tenho 25 anos, casada e sou microempresária, moro na Vila Ipiranga, dentre outras inúmeras informações que poderia acrescentar.
Ainda assim não respondeu ao meu questionamento: Afinal, quem é você mesmo, bauruense? Entenda, não perguntei seu nome, sua idade, seu estado civil, em que bairro mora, sequer sua profissão. Essas informações caracterizam seu status social, e meu questionamento é referente a você como pessoa!
Talvez essa seja a pergunta mais cretina que alguém já pode ter feito a você. Cretina pois a resposta não é tão óbvia assim, simplesmente ficamos perdidos e não sabemos o que dizer. Pare agora por dois minutos e reflita sobre quem você é.
Permita-se redescobrir a sua essência, o propósito de sua existência! Ignore por alguns minutos os ditames impostos pela sociedade.
Anote suas reflexões em um papel e todas as vezes que ficar confuso com alguma situação ou mediante uma decisão difícil, reveja essas anotações e reflita por mais uns minutos. Te desafio a experimentar isso agora!
O que revigora a alma não é a sua conta bancária, não é seu status social e muito menos seu estado civil.
O que revigora a sua alma é a quietude e somente com ela conseguimos saber quem somos.
Experimente agora, e responda: Afinal, quem é você mesmo, bauruense?