Geralmente, em roda de amigos, quando falamos em voracidade fiscal, a conversa ruma para os lados de Brasília e já se pensa no maldito Imposto de Renda.
Mas o que vemos hoje, bem mais perto, é a ganância exacerbada da Administração Pública de Bauru, que vem a público informar que o famigerado e controverso FTE tem em caixa R$ 174 milhões, sendo que para a conclusão seriam suficientes R$ 100 milhões.
Isso já seria o bastante para a extinção da citada taxa, mas para "melhorar", devemos lembrar que a ETE será paga com verba do Governo Federal.
Mas aí o prefeito deseja transformar a taxa provisória em permanente e desviar a finalidade dela.
Usando as palavras do presidente do DAE, isso é que não tem propósito. Prefeito: quer diminuir despesas?
Acabe com os inúmeros cargos comissionados ocupados por apadrinhados políticos; extinga a falida e onerosa Cohab; feche a Emdurb etc.
A mudança na taxa do FTE é tão absurda que o sr. prefeito deseja, de modo autoritário, implantá-la por decreto. Espero que os srs. vereadores não compactuem com essa aberração.
Cadê o MP? Conto que a população se manifeste e não permita que essa taxa perdure, devendo ser extinta de imediato.