O Estado de São Paulo tem três universidades, USP, Unesp e Unicamp, consideradas entre as melhores do país. Pode-se constatar anualmente a grande afluência de estudantes interessados a concorrer a uma vaga dessas faculdades públicas, oferecidas gratuitamente.
Dado o alto nível exigido no vestibular é previsível que apenas os alunos mais bem preparados logram êxito, conquistando assim uma das vagas tão almejadas por toda a família. Acredito que a quase totalidade dos pretendentes aprovados provém de famílias mais bem aquinhoadas financeiramente porque estudaram nas boas escolas particulares, além de terem passados por cursinhos preparatórios. Diante dessa situação acho que o filho do rico pode e deve estudar nessas instituições, entretanto, devem pagar a mensalidade como se estudasse numa faculdade particular. O filho do pobre comprovadamente sem condições deve ter assegurado o direito de estudar de graça, se aprovado, sem qualquer custo para a família. As famílias do rico e do pobre pagam impostos toda vez que consomem qualquer produto.
Senhores governantes, conclamo-os a promoverem a tão decantada justiça social nos estudos. Sabemos que a pressão dos mais abastados tem mais poder de convencimento, mas a questão é política e deve-se atacá-la com determinação e coração humano.