'Sou mulher de um só homem". Esta frase não mais faz parte do dicionário da mulher. Lamentavelmente, a mulher, que sempre representou o baluarte do padrão da moral, acabou por fraquejar no afã de ter direitos iguais aos homens e, nestas condições, acabou por ser a mais prejudicada. A mulher é a criação de Deus mais importante. Assim, a mulher sempre teve sensibilidade mais aguda que o homem, por essa razão deixou-se levar pelo enganos das conquistas dos direitos iguais, não percebendo que cabe a ela o ônus maior desse episódio.
A meu ver, grande parte das mulheres vem rejeitando a feminilidade, reprime, aprisiona e nega a sua energia. As mulheres perderam o contato com a sua essência. Desejaram tanto ser igual aos homens que se esqueceram de observar as regras introduzidas no mundo pelo masculino, ao invés de levar para esse mundo, a energia poderosa da suavidade, da delicadeza e do amor. Sem se dar conta, estão esquecendo de ser mulher, pois age e vive como homem, tornando-se verdadeiros "homens de saia".
Homens de saia? Isso mesmo! As mulheres tiveram de lutar tanto para se libertarem da opressão imposta por um mundo masculino que esqueceram como é ser mulher e estão abrindo mão disso. Numa sociedade onde os valores e poderes dominantes são masculinos a libertação tem que ser bem mais profunda, pois já provaram que podem vencer no mundo masculino, e isso é suficiente para ir além... Assim pensando, cabe somente às mulheres transformarem esse mundo masculino em um mundo mais feminino, mais cheio de amor, construindo uma sociedade justa de acordo com as necessidades humanas. Isso é imperioso para todo nosso planeta, que está sendo destruído pela ganância e violência.