10 de julho de 2026
Regional

Após gravidez, Polícia Civil apura estupro de vulnerável

Lilian Grasiela
| Tempo de leitura: 1 min

A Polícia Civil de Ubirajara (83 quilômetros de Bauru) instaurou inquérito para apurar eventual crime de estupro de vulnerável que teve como vítima uma adolescente de 13 anos. Grávida de três meses, a menina afirma que manteve relação sexual com um seminarista de 21 anos que permaneceu dois meses na cidade fazendo trabalhos religiosos.

De acordo com a polícia, o suspeito, que frequenta um seminário em outro Estado, viajou para Ubirajara em dezembro para auxiliar trabalhos da paróquia da cidade, onde permaneceu até janeiro. Ele teria feito amizade com a adolescente e frequentado a casa dela.

A vítima contou à polícia que, durante a visita, que ocorreu em um horário em que os pais dela não estavam, o seminarista teria dado a ela corrente com tema religioso e, na sequência, os dois acabaram mantendo relação sexual. A menina diz que, até então, não havia se relacionado com ninguém.

O delegado responsável pelo caso, Paulo Calil, explica que já ouviu algumas pessoas e que aguarda o depoimento do suspeito.

Por lei, segundo ele, quem se relaciona sexualmente com um menor de 14 anos, independentemente de eventual consentimento, comete o crime de estupro de vulnerável.

Os nomes dos envolvidos não foram divulgados em respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).