10 de julho de 2026
Articulistas

Nossa medicina está doente!

Said Yusuf Abu Lawi
| Tempo de leitura: 4 min

Primeiramente gostaria de esclarecer a você leitor que temos dois tipos de Medicina: a preventiva, na moda; e a curativa, praticada por poucos profissionais da área médica. Ambas deturpadas aqui no Gigante Adormecido. Esmiuçando de forma tupiniquim, significa que na preventiva você necessariamente tem que estar respaldado por um bom plano de saúde, por sinal caríssimo, para realizar consultas e exames periódicos com a finalidade de permitir um diagnóstico precoce de doenças e, por consequência, tratá-las em seu estágio inicial, "aumentando" suas chances de cura. Já na curativa, atacam-se as causas da moléstia procurando extirpá-la no curto prazo.

A primeira, a preventiva, tem promovido ganhos financeiros expressivos para profissionais da medicina, para a indústria farmacêutica, distribuidoras de medicamentos e grandes redes de farmácias. Já a segunda, a curativa, não se mostra tão rentável pois uma vez curada a moléstia quebra-se toda uma cadeia de produção e distribuição, portanto, bem menos interessante. Também é importante lembrá-lo de que somos portadores de todas as doenças consideradas de origem genética, tais como Câncer, Diabetes, Mal de Alzheimer, Mal de Parkinson, Cardiopatias diversas, entre outras. A questão é tão somente o quanto e o quando será que as mesmas vão se manifestar e em muitos casos acabam nunca se manifestando. Para tanto, existe o mapeamento genético justamente para verificar quais as probabilidades de você leitor desenvolver quaisquer uma dessas moléstias que, por sinal, são epidêmicas ou pandêmicas! Ou seja, milhões e milhões de seres humanos estão desenvolvendo-as em várias partes do Globo. A população, com a ajuda dos órgãos de imprensa, acredita que epidemias são somente relacionadas às doenças transmissíveis por algum agente tais como Dengue, Febre Amarela, Poliomielite, Varíola, entre outras. Não é bem assim.

O fato é que estamos, além das grandes epidemias ou pandemias, algumas até endêmicas, isto é, recorrentes em determinadas regiões, revivendo surtos de doenças transmissíveis até então devidamente controladas no país. De julho do ano passado a março do corrente ano, 120 pessoas morreram de febre amarela no Estado de São Paulo, o mais desenvolvido e urbanizado do país. Mas o que isso tem a ver com os dois tipos de Medicina mencionados lá no início? No caso da malária, por exemplo, tem cura sim e rápida! Como? Uma combinação de clorito de sódio com ácido clorídrico que, quando misturados na porcentagem adequada, liberam o chamado dióxido de cloro, poderoso bactericida utilizado há mais de meio século e que não é comercializado em virtude de proporcionar a cura para várias moléstias o que acabaria por desestruturar repentinamente uma importante cadeia de produção de nossa economia. Mais ou menos como o carro movido a água, no caso através da combustão do hidrogênio e que já foi desenvolvido até por alunos de uma escola estadual de Bauru e demonstrado em uma das edições da Feira Nacional de Ciência e Tecnologia.

Existir existe e funciona mas produzir em larga escala faria desmoronar toda uma gigantesca estrutura de produção envolvendo o setor petrolífero. Em suma, inviável pelo caos que provocaria no âmbito do emprego. O descobridor do uso do clorito foi Jim Humble, que trabalhou durante décadas na Nasa, a agência espacial norte-americana e que experimentou essa combinação em vários países africanos acometidos por epidemias de malárias. Estima-se que a utilização do clorito de sódio poderá substituir cerca de 4 mil medicamentos hoje comercializados pela poderosa e gigantesca indústria farmacêutica.

Trata-se de uma solução obtida por misturar o clorito de sódio a 28% com ácido clorídrico a 4%.

Aguarda-se cerca de 20 segundos para ativar o clorito de sódio e a essa mistura adiciona-se água para formar uma dissolução de dióxido de cloro que é o responsável pelo efeito curativo. Ou seja, é uma solução de duas porções que libera pequenas quantidades no corpo humano do germicida mais eficaz, conhecido do ser humano sendo este totalmente incapaz de causar danos no corpo. Por incrível que pareça, quando usado corretamente, o sistema imunológico usa este germicida para atacar somente aqueles germes, micróbios, bactérias, vírus, parasitas e outros microorganismos que são nocivos ao corpo humano. Não afeta ou prejudica as bactérias amigas, onde se incluem a flora intestinal, nem as células saudáveis.

É o fim de linha para os vários tipos de Câncer, Diabetes, Hepatites dos tipos A, B e C, Doença de Lyme, MRSA (Metionine Sulfoxide Reductase A), Esclerose Múltipla, Parkinson, Alzheimer, HIV/AIDS, Malária, Autismo, Infecções, Artrite, Colesterol alto, Refluxo Ácido, Doenças Renais ou Hepáticas, Alergias, Infecções do Trato Urinário, Problemas Digestivos, Pressão Alta, Obesidade, Parasitas, Tumores e Cistos, Depressão, Problemas de Sinusite, Doenças Oculares, Infecções de Ouvido, Dengue, Problemas de Pele, Problemas Dentários, Problemas na Próstata (PSA elevado), Disfunção Erétil entre muitas outros problemas de saúde e moléstias...

Aí eu pergunto: pode isso, Arnaldo?

O autor é doutor em Saúde Coletiva pela Universidade de São Paulo (USP).